Minha primeira postagem é um Oferecimento a Rudiger Nehberg, que escreveu um livro, que está sempre na Mão e na Cabeça do "Gringo do Seguro".
O Gringo do Seguro, enche a boca de Língua para dizer: "Tatunca Nara, matou 5 pessoas e Nunca foi preso!"
Fato é que o Gringo do Seguro, dá a entender que, pelo seu conterrâneo cometer crimes. Então ele também pode?
A certeza da impunidade, teria levado o gringo do seguro a praticar crimes também?
Resumo do que pode-se ler em buscas pelo google:
Infelizmente, para a teoria da conspiração, o informante de Brugger foi um tal de ‘Tatunca Nara’, que em 1972 se apresenta como filho de um chefe indígena e de mãe alemã, ‘refugiada nazista’. Mas ‘Tatunca Nara’, que fala alemão sem sotaque, estava mal parado na foto: no final dos anos 80 a BKA, Polícia Federal alemã, reconhece o cidadão Günther Hauck com bronzeado de urucum, na roupagem do falso índio - alemão, nascido em 1941 em Coburg, na Baviera, procurado por dívidas de pensão alimentícia e por isso escondido, desde a década dos anos 60, em Barcelos, no Amazonas. Mediante declaração cartorial, emitida em 2003, ‘Tatunca Nara’, que já se naturalizou brasileiro, assume sua condição de ‘doente mental’ – foi a segunda morte de Karl Brugger.
"Eu não matei aqueles três"
Talvez, quando todas as suas desculpas, ameaças e feitiços não funcionaram mais, ele decidiu deixá-los sozinhos com suas expectativas, e simplesmente os deixou caminhar em meio à mata cheia de veneno e espinhos. Sem experiência, uma pessoa não consegue sobreviver por muito tempo na floresta, nem mesmo com a "Crônica de Akakor" em sua bagagem.
Talvez, quando todas as suas desculpas, ameaças e feitiços não funcionaram mais, ele decidiu deixá-los sozinhos com suas expectativas, e simplesmente os deixou caminhar em meio à mata cheia de veneno e espinhos. Sem experiência, uma pessoa não consegue sobreviver por muito tempo na floresta, nem mesmo com a "Crônica de Akakor" em sua bagagem.
Quando questionado sobre os desaparecidos, Tatunca diz: "eu vivo com minha consciência. Eu matei muitas pessoas, mas eu era soldado e elas carregavam armas. Eu sou inocente. Mas não matei aqueles três, como me acusam de ter feito."
A história do que aconteceu a John Reed e outros provavelmente continuará sendo um mistério. O processo alemão contra Günter Hauck, mais conhecido como Tatunca Nara, foi retirado, por causa da ausência do acusado. Isso não deixa nada além de suspeitas.
Mas então ele disse alguma coisa enquanto passava pelo mercado de peixe de Manaus, enquanto tilápias eram desossadas nas barracas de peixe próximas. "Meu nome, Tatunca, significa Grande Cobra D'água. Ela tem o hábito de só atacar suas vítimas quando não há nada em torno para atrapalhar suas atividades."
Então o que resta a não ser a suspeita de que o homem é um sonhador, um impostor e um mentiroso de talento, uma pessoa que vê a existência de sua certidão de nascimento como nada mais do que uma mera possibilidade?
De acordo com os arquivos de investigações feitas no Brasil, houve um alemão aparentemente confuso chamado Günther Hauck que nunca retornou ao seu navio cargueiro depois de uma folga em terra. Um psiquiatra o diagnosticou como esquizofrênic, e a embaixada alemã o enviou de volta à Alemanha.
Deve ser terrivelmente difícil manter as histórias. É preciso muito esforço para manter uma rede de mentiras, não importa o quão bem construída ela possa ser. Revisões constantes, acréscimos e renovações são necessárias. Algumas mentiras caem por terra enquanto novas são acrescentadas. Tudo isso requer uma atenção constante, especialmente quando novos visitantes chegam, pessoas que querem conhecer os arredores e fazem perguntas. É preciso cautela antes que os visitantes sejam guiados a uma história nova e possivelmente ainda mais fantasiosa. Contar histórias pode ser mais difícil do que a própria vida.
E a vida tem uma forma de escolher seu próprio caminho. Ela encena o encontro com Tatunca Nara de acordo com suas leis improváveis.
Brugger que, ao que parece, acreditou piamente na história, escreveu que viajou no alto Purus com Tatunca Nara, mas sua canoa virou e, tendo perdido os víveres e remédios, não ousou prosseguir a pé. Em 1985, o jornalista foi assassinado a tiros em um restaurante no Rio de janeiro, no que foi aparentemente um assalto comum. Três candidatos a exploradores tentaram seguir as mesmas indicações e aparentemente morreram na selva nos anos 80.Os alemães Rudiger Nehberg, aventureiro, e Wolfgang Brög, cineasta que realizou muitos documentários sobre a África e a América do Sul, decidiram investigar o tema. Ao entrevistar o suposto índio, notaram diversas contradições em sua história. Ao buscar registros e documentos, descobriram que “Tatunca Nara” era um certo Gunther Hauck, que fugira da Alemanha para o Brasil em 1966 para não pagar pensão à ex-mulher. Não era de admirar que parecesse branco e falasse e escrevesse alemão bem melhor do que o português. A história foi contada no documentário de 45 minutos: O Segredo de Tatunca Nara: três viajantes desapareceram na Amazônia sem deixar traço. Quem é realmente Tatunca Nara? (Das Geheimnis des Tatunca Nara). Apesar de tudo, Gunther “Tatunca Nara” Hauck continuou como guia turístico em Barcelos, Amazonas.Se Tatunca conseguiu enganar tanta gente sã por tanto tempo, foi por atender à demanda de muitos europeus e, especialmente, de muitos alemães por obras que lhes reforcem o preconceito de que seu povo é a origem de toda civilização digna desse nome - qualquer realização importante que não seja estadunidense ou européia só pode ser obra de extraterrestres. Há um mercado para isso, logo a chamada indústria cultural o atende. (...)
- Tatunge Nare
Sua ficha criminal em Nuremberg - Alemanha revela que o falsário já usava a alcunha de ‘Tatunge Nare’ na sua terra natal, antes de fugir para o Brasil em 1968. Tatunca inventou a história de Akakor para motivar inocentes turistas a financiar suas buscas por pedras preciosas na serra do Aracá. Anita Beatriz Katz Nara, sua esposa, confirmou para Jacques Costeau as aleivosias contadas pelo marido, Anita foi secretaria de Turismo da Prefeitura de Barcelos, Capital Nacional do Peixe Ornamental e hoje é Secretaria de Assistência Social e Cidadania. Tatunca já foi apontado pela mídia por envolvimento com a biopirataria, além de ter sido ser citado numa CPI de biopirataria ao ser flagrado, em 1999, pela Polícia Federal transportando 350 peixes ornamentais e plantas amazônicas (relatório da CPITRAFI de 2003).
“... 2. Os alemães Hans Barth, Hans Kemmling, Hernrick Trautschold, Hans Augustin, Wolfgang Schmidt, Horst Paul Linke e o guia brasileiro Tatunca Nara foram flagrados às margens do Rio Negro, na proximidade com Paricatuba (AM), com uma coleta de 350 peixes ornamentais e plantas”. (Comissão Parlamentar de Inquérito Destinada a “Investigar o Tráfico Ilegal de Animais e Plantas Silvestres da Fauna e da Flora Brasileiras” – CPITRAFI - 2003)
Tatunca continua guiando estrangeiros, mal informados e/ou mal intencionados, com autorização do IBAMA, na região montanhosa do alto rio Padauari, entre o Amazonas e a Venezuela onde, segundo ele, se encontrariam as pirâmides e a cidade perdida.
Anos depois se descobriu que Tatunca Nara era um informante dos órgãos de repressão militares durante a ditadura
Outras buscas
Brugger escreveu que viajou no alto Purus com Tatunca Nara, mas sua canoa virou e, tendo perdido os víveres e remédios, não ousou prosseguir a pé.
O livro previa uma terceira grande catástrofe em 1981, que destruiria a Terra e, obviamente, não se realizou. Em 1985, Brugger foi assassinado a tiros em um restaurante no Rio de Janeiro.
O estadunidense John Reed saiu em uma expedição em busca das cidades. Nunca mais foi encontrado.
Em 1983 o explorador suíço Herbert Wanner também partiu para nunca mais voltar. Seu crânio foi posteriormente encontrado na floresta e identificado.
A alemã Christine Heuser, envolvida na lenda, também despareceu no meio da floresta.
Quando Rüdiger Nehberg e Wolfgang Brög resolveram fazer um documentário sobre o tema e foram guiados por Tatunca, notaram diversas contradições em sua história. Investigação, contando com a ajuda das autoridades, logo revelou que Tatunca Nara era em verdade Günther Hauck, um fugitivo da Alemanha. Depois de um divórcio em 1966, e para não pagar os direitos à ex-mulher, Hauck fugiu para o Brasil. O que explicaria bem o fato de que falava e escrevia alemão bem melhor do que português. Sua ex-mulher não só o reconheceu, como registros mostram que enquanto ainda estava na Alemanha, Hauck já havia usado o pseudônimo de “Tatunge Naure”.
Günther “Tatunca Nara” Hauck ainda reside em Barcelos, cidade do Amazonas às margens do Rio Negro. Em 2003 foi declarado mentalmente instável, mas continuou oferecendo seus serviços de guia.
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- Esta postagem é um Alerta para a quantidade de Esquizofrênico, Psicopata, Narcisistas e Misogenos que perambulam pelo País. Como se não bastasse os que temos a solta no Brasil. Ainda dão autorização de residência e turismo e Identidade para os que vem de Fora.
- Ele tentou que Eu me tornasse mais uma de suas vitimas. Mas eu vou contar Tudo!

Alertar é preciso!!! ...Tomara que vc conte os detalhes de tudo pois eu estou curiosa
ResponderExcluirAgradeco a visitinha no meu blog e vou te seguir pra saber mais
Meu blog: http://confissoes-casadas-com-gringo.blogspot.com/
Faz um tempão já! Eu tinha visto teu blog e as histórias, são até uma comédia a parte, eu queria que minha história fizesse parte também, de uma forma cômica, mas depois do assalto tudo mudou! Tenho bastante Medo, ele ainda continua a tentar me prejudicar e conforme a raiva dele está aumentando a piada já não existe mais!
ExcluirEu espero conseguir vencer tudo isso da melhor forma possível, mas se não der para mim! Este Blog vai servir de Prova... Agradecendo a você atenção mais uma vez.
Esqueci de perguntar se o ringo do seguro é alemäo??? te convido tb a participar do meu forum onde debatemos só entre os membros: http://gringolandia.omeuforum.net
ResponderExcluirOi Deby Obrigada pela atenção! Logo logo, vou no fórum, quanto mais a gente tem informação da capacidade desses gringos, mais ficamos vacinadas.
ExcluirEle é Alemão de Hamburg, e tem um Amigo que sempre andam juntos, ele diz que tem um psicologo. E eu presumo que seja este amigo, pois me lembro dele me medir dos pés a cabeça, como quem analise a pessoa psicologicamente pelo comportamento corporal! Eles acreditaram que eu era uma presa fácil. O que eles não contavam era com os pormenores que vou citar a frente!
Abraços.